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Por que investir em uma Indicação Geográfica?

O processo de construção de uma Indicação Geográfica (IG)

O processo de construção de uma Indicação Geográfica (IG) é criterioso, técnico e detalhado, podendo levar anos até sua consolidação.

A solicitação deve ser feita por uma organização representativa dos produtores ou prestadores de serviço da região, preferencialmente estruturada como associação.

Esse grupo é responsável por realizar um profundo levantamento histórico e cultural da área a ser certificada, trabalho que frequentemente envolve parcerias com universidades, centros de pesquisa e a própria Embrapa.

Além disso, é necessário:

  • elaborar o regulamento de uso da IG,

  • delimitar oficialmente a área geográfica junto aos órgãos governamentais,

  • submeter toda a documentação à avaliação do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).


Benefícios da Indicação Geográfica

Embora seja um processo complexo, o investimento em uma indicação geográfica se justifica plenamente diante dos benefícios gerados.

Entre os principais, destacam-se:

  • Estímulo à melhoria contínua da qualidade dos produtos, uma vez que passam a ser submetidos a controles rigorosos de produção e elaboração;

  • Preservação das características, identidade e tipicidade dos produtos, que se tornam patrimônio cultural e econômico da região e do país;

  • Aumento do valor agregado e maior facilidade de inserção no mercado, reduzindo a concorrência com produtos de menor qualidade e preço;

  • Fortalecimento da confiança do consumidor, que associa o selo de IG à garantia de origem, qualidade e identidade regional, tornando a demanda mais estável;

  • Criação de mecanismos legais de proteção contra fraudes e uso indevido do nome geográfico;

  • Estímulo a novos investimentos na região produtora, incluindo plantios e replantios, avanços tecnológicos no campo e melhorias na agroindústria do vinho.


Indicação Geográfica como ferramenta estratégica

Dessa forma, a Indicação Geográfica vai muito além de um selo: ela se consolida como uma ferramenta estratégica de desenvolvimento territorial, valorização cultural e fortalecimento econômico do setor vitivinícola.

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